Jogamos e escolhemos os melhores Indies da BGS 2019

O que podemos esperar desses jogos que chamaram a atenção de muita gente nos cinco dias da maior feira de Games da América Latina.

Um dos setores muito frequentados no evento desse ano, batizado de Avenida Indie, mostrou como o mercado brasileiro pode trazer boas experiências no futuro próximo e atestou que a criatividade das produtoras independentes estão em alta, com muita variação de estilos nos jogos e sem perder a qualidade do entretenimento.

Dentre os jogos que pudemos experimentar, destacamos os três abaixo listados como boas surpresas para os próximos anos.

The Light of the Darkness

O jogo da produtora carioca Quarto Mundo trás um estilo Metroidvania de fantasia criado com pensamento de desenvolvimento para uma franquia de longo prazo.
Trata-se de um action RPG com exploração livre, e nas palavras do seu criador Fernando Rabello trás inspirações também em Dark Souls, assim como Bloodborne.

No jogo você conhecerá a história e controlará o personagem principal Sephius, que vaga em mundos com outras leis da física que sequer existem humanos, mundos esses divididos entre a luz e escuridão, sendo que cada mundo tem sua própria biologia, natureza e culturas que vivem em conflito pelo preconceito mútuo.
Com uma jogabilidade muito fluída e cenários sombrios e muito bem trabalhados, a qualidade se do jogo se mostra em cada pequeno detalhe do cenário e movimentações no decorrer da campanha.

Será um jogo com 10 a 30 horas de gameplay, em breve disponibilizado tanto para consoles quanto para PC.

Pacer

Voltado para competição, o jogo da R8 Games trás uma experiência inovadora e ao mesmo tempo nostálgica com suas referências e inspirações em Star Wars Episódio 1, F-0 e Wipe Out.

A proposta de um jogo futurista de corrida e combate vem sendo desenvolvida desde 2014 e já aponta para seu lançamento em 2020 para as plataformas PS4, Xbox e PC com um preço sugerido até o momento de R$98,00.
O jogo contará com experiência online com modo espectador, trata-se de um jogo muito rápido com variações de cenários muito bem trabalhadas e possibilidade de customização das naves usadas nas corridas.

No primeiro contato a qualidade gráfica surpreende, os produtores ressaltam que a busca de uma identidade original para o jogo segue lado a lado com a exigência da melhor qualidade possível para a gameplay, fazendo com que os jogadores possam se sentir inseridos nos cenários que se passam na Alemanha, Índia e outros pontos turísticos conhecidos no mundo, estando dentro de um cânion perdido ou uma mina abandonada.

Sem dúvida é um jogo que irá proporcionar muitas horas de lazer para o público que anseia um multiplayer nesses moldes.

171 “O GTA Brasileiro”

Com certeza não iríamos deixar de lado um dos jogos mais esperados dos fãs da franquia GTA.

Batizado de 171, o jogo da Beta Games deu o ar da graça na Avenida Indie e mobilizou muitos curiosos em experimentar a sensação de estar dentro de um jogo em território brasileiro nos moldes dos consagrados títulos da gigante Rockstar.
Além da familiaridade com o cenário brasileiro, considerando que o jogo vem sendo desenvolvido baseando-se na cidade de Sumaré, situada no interior paulista, pudemos observar os detalhes como portões, orelhões, postes e até mesmo as tão conhecidas antenas que sempre marcam presença nas regiões periféricas do Brasil.

Em conversa com os produtores, as mecânicas do jogo foram classificadas como um dos maiores desafios no seu desenvolvimento, por contar com o desejo de incluir eventos aleatórios como cachorros correndo atrás de motos, roubos em tempo real que não fazem necessariamente parte da história principal e toda a interação entre os personagens presentes no cenário de um mundo aberto torna a dificuldade de elaboração mais acentuada.

De tudo que foi possível analisar, o destaque realmente se dá ao fato do jogador se sentir “em casa” com os cenários criados pelos produtores trazendo ruas de terra e estreitas, com a garantia que essa característica seguirá para a versão final do jogo, adiantaram também que essa proposta irá se estender para o interior das casas com móveis e NPC’s podendo interagir de forma independente de acordo com o ambiente invadido durante a jogatina.

Imagina só quantas pessoas se sentirão representadas quando observarem toda riqueza de detalhes que a história desse jogo poderá proporcionar, estamos ansiosos para isso.

E sua opinião?

Você foi na BGS 2019 e experimentou os indies que estavam a disposição do público? Concordam ou discordam da gente?

Deixe sua opinião e nos conte como foi sua experiência nesse ano que, aparentemente, antecede o fim dessa geração.

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Escrito por Glauber Vieira

Administrador de Empresas e jogador casual fascinado por Games desde a infância. Fã de jogos antigos, mas sem deixar de lado a grandeza do cenário gamer atual e todos os lançamentos mais esperados todos os anos. Co-Fundador do Grupo e Página NAÇÃO PS4 BRASIL no Facebook.

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