Veja as reviews sobre Death Stranding e as notas dos críticos.

IGN

O nome Hideo Kojima pode despertar sensações distintas entre jogadores que admiram sua obra ou pelo menos dele ouviram falar. Conhecido por encontrar nos games uma maneira de ressignificar a arte cinematográfica, o diretor deixou claro desde o início que Death Stranding, cujo lançamento está previsto para 8 de novembro no PlayStation 4, era um projeto ambicioso. Basta ser apresentado à mitologia do primeiro título que sucede a dissociação entre Kojima Productions e Konami para identificar tais planos grandiosos.

A magnitude deste novo mundo só é equiparada por quão bem inseridas são as simbologias que permeiam o enredo, assunto cujas nuances merecem uma reflexão à parte. Ao redor de Sam, o horizonte parece inalcançável, seja a leste ou oeste. O caminho até a borda do mapa, marcado por grandes montanhas, declives íngremes, riachos, desertos, planícies esverdeadas, fontes termais, piscinas de lama e estradas de terra ou asfalto, é um convite tentador ao jogador. Cabe a quem está com o controle nas mãos se deixar levar pela curiosidade ou postergar a longa caminhada para quando as missões principais forem cumpridas. A escolha, seja qual for, é recompensadora por quão bela pode ser esta quase solitária jornada, tanto descritiva quanto conceitualmente.

Comecemos pelo básico: o protagonista é um entregador. Logo, o jogador está fazendo entregas o tempo inteiro. Portadores, como são chamados, não são peritos em combate ou exímios atiradores. Eles simplesmente transportam encomendas, embora saibam se defender.


The Enemy

Death Stranding é… muita coisa. É um jogo sobre reconstruir o mundo após um misterioso cataclisma. Sobre tentar criar conexões em um ambiente vazio, dividido e, por natureza, hostil. Sobre ajudar e depender de pessoas que você nunca viu ou verá, e como às vezes esta ajuda pode ser recompensada de maneiras inesperadas.

É sobre construir pontes para o futuro — embora não necessariamente em referência à política brasileira — e os perigos de formar divisões e muros — explicitamente em referência ao atual governo dos EUA.

É sobre andar por aí entregando pacotes para pessoas aparentemente aleatórias.

Death Stranding é sobre mais (e talvez, dependendo da sua perspectiva, menos) do que isso, mas entrar em maiores detalhes pode estragar sua experiência. Engajante, cansativo, muitas vezes bizarro e um pouco confuso, sendo ao mesmo tempo extremamente familiar e um tanto diferente… Death Stranding é bem bom. Acho.

NOTAS

  • OpenCritic – 86
  • Metacritic – 84
  • VG247 – 3/5
  • Eurogamer – Recommended
  • USgamer – 3.5/5
  • IGN – 6.8
  • GameSpot – 9
  • Game Informer – 7
  • VGC – 3/5
  • Shack News – 9
  • PlayStation LifeStyle – 9.5
  • Destructoid – 8
  • Push Square – 10
  • Trusted Reviews – 10
  • Easy Allies – 8
  • Gamersky: 100
  • Trusted Reviews: 100
  • Game Revolution: 100
  • Push Square: 100
  • We Got This Covered: 100
  • TheSixthAxis: 100
  • Screen Rant: 100
  • GamingTrend: 100
  • Digitally Downloaded: 100
  • EGM: 100
  • Daily Star: 100
  • Millenium: 98
  • IGN Italia: 98
  • Areajugones: 97
  • 4Players.de: 95
  • PlayStation LifeStyle: 95
  • Jeuxvideo.com: 95
  • IGN Japan: 95
  • Gaming Nexus: 95
  • Gamer.nl: 95
  • SpazioGames: 94
  • Multiplayer.it: 92
  • Vandal: 92
  • Post Arcade (National Post): 90
  • Power Unlimited: 90
  • GameSpot: 90
  • Shacknews: 90
  • PSX-Sense.nl: 90
  • PLAY! Zine: 90
  • JeuxActu: 90
  • God is a Geek: 90
  • GameOver.gr: 90
  • Eurogamer Italy: 90
  • Everyeye.it: 90
  • IGN Spain: 87
  • LevelUp: 85
  • XGN: 85
  • Merlin’in Kazanı (Turkey): 80
  • VideoGamer: 80
  • Easy Allies: 80
  • Critical Hit: 80
  • Guardian: 80
  • ZTGD: 80
  • Press Start Australia: 80
  • PlayStation Universe: 80
  • Gameblog.fr: 80
  • Destructoid: 80
  • Attack of the Fanboy: 80
  • CGMagazine: 75
  • Digital Trends: 70
  • Game Informer: 70
  • USgamer: 70
  • TrueGaming: 70
  • Metro GameCentral: 70
  • Hardcore Gamer: 70
  • GamesRadar+: 70
  • IGN: 68
  • VGC: 60
  • Stevivor: 35

Stevivor(Australiano)

Death Stranding é excessivamente auto-indulgente, apresentando uma jogabilidade monótona e frustrante.

Hideo Kojima, da Kojima Productions, afirmou que criou um gênero totalmente novo, conhecido como “sistema de fios sociais”, para seu primeiro título pós-Konami, Death Stranding ,como ele se esforça para definir o gênero, estamos felizes em ajudar – é aquele em que um desenvolvedor pretende fazer um longa-metragem e, em seguida, percebe tarde demais no processo que está desenvolvendo um jogo … e que exige recursos reais. jogabilidade. Infelizmente, o que foi batido juntos é frustrante além da crença, invalidando qualquer prazer potencialmente encontrado lá dentro. Deixe-me esclarecer: Death Stranding é um pedaço de lixo irrecuperável que deve servir de aviso aos editores que dão aos desenvolvedores carta branca para criar “arte”.

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