JOGAMOS MARVEL’S AVENGERS! VEJA O QUE ACHAMOS.

A Square Enix disponibilizou uma demo do jogo Marvel’s Avengers nesta edição da maior feira de jogos da América Latina, a BGS 2019, que ocorreu entre os dias 9 e 13 deste mês de Outubro.

O jogo estava disponível no stand da Sony, mas apenas para quem agendasse um horário via aplicativo.

A versão da demo era a mesma já mostrada durante outros eventos e disponibilizada ao público na Internet. A única diferença era que, no final, era exibido um trailer com mais informações sobre o gameplay e algumas mecânicas do game.

A ordem dos personagens, contexto e fase foram os mesmos já vistos antes.

Iniciamos jogando com Thor, contra alguns inimigos humanos. Jogar com o Deus do Trovão realmente passa a sensação de se estar na pele de um Deus, e eu não sei até que ponto isso é um ponto positivo. Talvez seja o nível de dificuldade que estava mais baixo, para se adequar à demonstração, ou ainda o gameplay possa estar meio desbalanceado mas, na sequência jogável com o Thor, não senti desafio ou sensação de perigo real. O personagem tem ataques poderosíssimos, utilizando-se do seu martelo Mjönir e invocando rajadas de raios durante os golpes. Com um sistema muito parecido com o último God of War, Thor pode arremessar seu martelo nos inimigos e chamá-lo de volta. Enquanto não está com o martelo, é possível desferir golpes com as mãos.

Os inimigos variaram entre alguns inimigos comuns, com armas, e outros com escudos. Para derrotar os inimigos com escudos, é necessário carregar um ataque para inutilizar o escudo, mirar em uma área do corpo do inimigo desprotegida, ou atacá-lo por trás (não fiz este último, mas imagino que, logicamente, seja possível).

Em seguida o jogo nos coloca na pele (ou seria na armadura?) do Homem de Ferro. Aqui senti a dificuldade um pouco mais elevada, chegando a morrer em determinada hora. Entre momentos de perseguição aérea e combate no chão, o personagem tem um foco de combate a média distância, com rajadas de energia disparadas pelas mãos, mas também é possível desferir golpes corpo a corpo.

Após derrotar alguns inimigos com o Homem de Ferro, é a hora de jogarmos com o Hulk. O Gigante Esmeralda aparenta ser tão poderoso quanto Thor. Ambos os personagens passam a sensação de serem indestrutíveis, ao menos neste momento do game, contra estes inimigos comuns. Algo que me agradou foi o fato de certos momentos do gameplay com o Hulk, em que o personagem corre, escala, pula, estarem de fato sob o controle do jogador, e não serem apenas uma cutscene inserida sutilmente no meio do gameplay.

Após jogar com o Hulk, vamos ao controle do Capitão América, que está isolado dos outros heróis, dentro do porta-aviões da Shield. Achei muito interessante jogar com o personagem, me lembrando até mesmo um pouco da energia da série Batman Arkham. Não que haja realmente grandes semelhanças entre os jogos – não há -, mas a câmera, o estilo de luta, os golpes, nos fazem lembrar um pouco do sentimento ao jogar a franquia do morcego. O Capitão é ágil nos golpes, e o gameplay fica mais dinâmico com o uso do seu escudo, que pode ser usado para defesa e ataque. Em certos momentos, na hora de finalizar o inimigo, o jogo nos apresenta animações bem legais de se ver.

Depois do Capitão América, é a vez da Viúva Negra. O gameplay com a personagem inicia com uma sequência scriptada, mas muito bem feita. Enquanto persegue o vilão Treinador (Taskmaster, no original), é possível ver ao fundo os demais heróis agindo para conter a destruição na grande ponte, interagindo entre si sobre o que acontece no momento. Depois da perseguição aérea ao Treinador, a batalha vai para o solo. A Viúva Negra possui duas pistolas que podem ser disparadas contra o inimigo. Na primeira parte da luta o Treinador mantém um combate a média distância pelo ar, obrigando o jogador a se esquivar e usar as pistolas.

O vilão Treinador.

Depois de algum dano causado, o vilão começa a atacar pelo chão. A Viúva Negra pode usar as pistolas quando estiver à distância, e também ataques de chutes e socos quando estiver próxima ao inimigo. A personagem também possui um gadget que funciona como um gancho, que se prende ao inimigo e a leva para perto. Nos golpes corpo-a-corpo, a personagem utiliza dois bastões, que podem ser ativados e desferir descargas elétricas.

Todos os personagens, em determinado momento, podem ativar um tipo de habilidade especial. A Viúva Negra pode ficar invisível na batalha contra o Treinador, Thor carrega raios pelo corpo ganha ataques mais poderosos, Homem de Ferro lança um poderoso raio que sai do reator de energia em seu peito, Hulk bate as mãos e lança uma onda de energia contra os inimigos, e o Capitão América realiza um ataque com o escudo que incapacita todos os inimigos ao redor.

Acredito que muitos outros ataques possam ser liberados no decorrer do game.

Graficamente o jogo está aceitável, mas de forma alguma está no nível de outros grandes jogos, como Spider-Man, Batman Arkham Knight (comparando com outros jogos de heróis) ou God of War. Talvez seja porque o jogo ainda está em estágio de desenvolvimento, mas é possível notar muitas imperfeições visuais, principalmente nos cenários. Obviamente isso não deve interferir muito no sucesso do jogo, mas é algo importante de se apontar.

Após o término da Demo, vemos um trailer com foco na história, já mostrado ao público antes, e também um vídeo explicando algumas das mecânicas do game.

O jogo contará com um sistema online, onde aparentemente poderemos jogar em Coop com amigos, cada um controlando um herói. É possível esperar também um grande sistema de aperfeiçoamento de habilidades para os personagens e, além disso, a base dos Vingadores, que aparenta estar abandonada, também poderá receber upgrades durante o game.

O jogo teve uma revelação meio conturbada, com muitas críticas ao visual dos personagens e até mesmo ao gameplay exibido. Mas após jogar a Demo, acredito que Marvel’s Avengers pode vir a ser o jogo que todos os fãs esperavam. A Square Enix parece estar atenta ao que os fãs querem.

O lançamento está previsto para 15 de maio de 2020, e o jogo terá versões para PlayStation 4, Xbox One, PC e Google Stadia.

Jogamos e escolhemos os melhores Indies da BGS 2019

O que podemos esperar desses jogos que chamaram a atenção de muita gente nos cinco dias da maior feira de Games da América Latina.

Um dos setores muito frequentados no evento desse ano, batizado de Avenida Indie, mostrou como o mercado brasileiro pode trazer boas experiências no futuro próximo e atestou que a criatividade das produtoras independentes estão em alta, com muita variação de estilos nos jogos e sem perder a qualidade do entretenimento.

Dentre os jogos que pudemos experimentar, destacamos os três abaixo listados como boas surpresas para os próximos anos.

The Light of the Darkness

O jogo da produtora carioca Quarto Mundo trás um estilo Metroidvania de fantasia criado com pensamento de desenvolvimento para uma franquia de longo prazo.
Trata-se de um action RPG com exploração livre, e nas palavras do seu criador Fernando Rabello trás inspirações também em Dark Souls, assim como Bloodborne.

No jogo você conhecerá a história e controlará o personagem principal Sephius, que vaga em mundos com outras leis da física que sequer existem humanos, mundos esses divididos entre a luz e escuridão, sendo que cada mundo tem sua própria biologia, natureza e culturas que vivem em conflito pelo preconceito mútuo.
Com uma jogabilidade muito fluída e cenários sombrios e muito bem trabalhados, a qualidade se do jogo se mostra em cada pequeno detalhe do cenário e movimentações no decorrer da campanha.

Será um jogo com 10 a 30 horas de gameplay, em breve disponibilizado tanto para consoles quanto para PC.

Pacer

Voltado para competição, o jogo da R8 Games trás uma experiência inovadora e ao mesmo tempo nostálgica com suas referências e inspirações em Star Wars Episódio 1, F-0 e Wipe Out.

A proposta de um jogo futurista de corrida e combate vem sendo desenvolvida desde 2014 e já aponta para seu lançamento em 2020 para as plataformas PS4, Xbox e PC com um preço sugerido até o momento de R$98,00.
O jogo contará com experiência online com modo espectador, trata-se de um jogo muito rápido com variações de cenários muito bem trabalhadas e possibilidade de customização das naves usadas nas corridas.

No primeiro contato a qualidade gráfica surpreende, os produtores ressaltam que a busca de uma identidade original para o jogo segue lado a lado com a exigência da melhor qualidade possível para a gameplay, fazendo com que os jogadores possam se sentir inseridos nos cenários que se passam na Alemanha, Índia e outros pontos turísticos conhecidos no mundo, estando dentro de um cânion perdido ou uma mina abandonada.

Sem dúvida é um jogo que irá proporcionar muitas horas de lazer para o público que anseia um multiplayer nesses moldes.

171 “O GTA Brasileiro”

Com certeza não iríamos deixar de lado um dos jogos mais esperados dos fãs da franquia GTA.

Batizado de 171, o jogo da Beta Games deu o ar da graça na Avenida Indie e mobilizou muitos curiosos em experimentar a sensação de estar dentro de um jogo em território brasileiro nos moldes dos consagrados títulos da gigante Rockstar.
Além da familiaridade com o cenário brasileiro, considerando que o jogo vem sendo desenvolvido baseando-se na cidade de Sumaré, situada no interior paulista, pudemos observar os detalhes como portões, orelhões, postes e até mesmo as tão conhecidas antenas que sempre marcam presença nas regiões periféricas do Brasil.

Em conversa com os produtores, as mecânicas do jogo foram classificadas como um dos maiores desafios no seu desenvolvimento, por contar com o desejo de incluir eventos aleatórios como cachorros correndo atrás de motos, roubos em tempo real que não fazem necessariamente parte da história principal e toda a interação entre os personagens presentes no cenário de um mundo aberto torna a dificuldade de elaboração mais acentuada.

De tudo que foi possível analisar, o destaque realmente se dá ao fato do jogador se sentir “em casa” com os cenários criados pelos produtores trazendo ruas de terra e estreitas, com a garantia que essa característica seguirá para a versão final do jogo, adiantaram também que essa proposta irá se estender para o interior das casas com móveis e NPC’s podendo interagir de forma independente de acordo com o ambiente invadido durante a jogatina.

Imagina só quantas pessoas se sentirão representadas quando observarem toda riqueza de detalhes que a história desse jogo poderá proporcionar, estamos ansiosos para isso.

E sua opinião?

Você foi na BGS 2019 e experimentou os indies que estavam a disposição do público? Concordam ou discordam da gente?

Deixe sua opinião e nos conte como foi sua experiência nesse ano que, aparentemente, antecede o fim dessa geração.

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Final Fantasy 7 Remake: Divulgado boss fight

Contemplem Abzu!

Depois da presença no Tokyo Game Show 2019, a Square Enix revelou novidades de Final Fantasy 7 Remake.

Após a apresentação de novo gameplay e um trailer para o evento Japonês, a Square Enix está de volta com mais um pouco de gameplay desse aguardado remake e mostra uma boss fight em Midgar.

Além de revelar as novas imagens e mostrar a capa do jogo, a Square Enix mostra mais gameplay do TGS 2019, no qual podemos ver Cloud, Aerith e Tifa enfrentando o boss Abzu.

Esta besta gigante estava escondida nos esgotos de Midgar e o seu poder é tanto que Cloud terá de invocar Ifrit para o derrotar.

Final Fantasy 7 Remake chegará as lojas em Março e se você já está entusiasmado com a sua chegada ou se jogou a versão original, se prepare pois até a música está de arrepiar.

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Novo jogo do Exterminador do Futuro anunciado: Terminator: Resistance!

Terminator: Resistence, o novo FPS que se passa no mesmo universo de Exterminador do Futuro, terá seu lançamento em 15 de novembro para PlayStation 4, Xbox One e PC.

O estúdio Teyon é o responsável pelo desenvolvimento do game, que também desenvolveu o fraquíssimo jogo do Rambo em 2014. Terminator: Resistence se passará 31 anos depois do segundo filme da franquia.

Veja o trailer de anúncio:

Um soldado chamado Jacob Rivers será o protagonista de jogo, que irá lutar na guerra contra as máquinas pela própria sobrevivência.

Tudo o que você precisa saber sobre a Operação Ember Rise, de Rainbow Six Siege!

Começa nesta quarta-feira a Operação Ember Rise, nova atualização de Rainbow Six Siege que traz diversas novidades, dentre elas, novos Operadores, mapas, mudanças na jogabilidade, e muito mais. A atualização do jogo já está disponível para PlayStation 4, Xbox One e PC.

Anunciados durante a Major de Raleigh, em agosto, a atualização trará os novos Operadores Goyo, defensor de origem mexicana, e Amaru, atacante de origem peruana.

A principal habilidade de Goyo é um escudo explosivo, que causa um incêndio aos arredores durante alguns segundos ao ser atingido. A habilidade de Amaru é um gancho que pode ser lançado à distância, para cima ou horizontalmente, permitindo à personagem que adentre janelas e alçapões, introduzindo uma movimentação nunca antes visto na história do game.

Goyo, operador de defesa do México.
Amaru, operadora de ataque do Peru.

Com temática voltada para a cultura da América Latina, novas skins de armas relacionadas à operação também foram reveladas.

Em comunicado oficial da Ubisoft, as skins são mais detalhadas:

O design atraente Vento Eterno se inspira nos Astecas, com pedra esculpida e um mosaico de tijolos cor de cerceta. O brilhante design Sol Eterno ilustra a beleza dos Incas, com ouro luminoso e realces semipreciosos. As estampas de armas sazonais são lançadas a cada temporada e podem ser compradas durante a mesma. Depois de desbloqueadas, as estampas de armas podem ser aplicadas em todas as armas disponíveis e vão ficar indefinidamente no inventário do jogador.

Armas e skins da Operação Ember Rise.

Haverá também o rework do mapa Canal – que entra agora para as partidas competitivas, enquanto saem de cena Base Hereford, Parque Temático e Fortaleza. Agora no sistema de patentes, haverá um ranqueamento acima do Diamante, chamado Champion, que será o mais alto do jogo. Abaixo destas, há Cobre (de 1 a 5), Bronze (de 1 a 5), Prata (de 1 a 5), Ouro (de 1 a 3) e Platina (de 1 a 3).

Mudanças no gameplay e balanceamento dos operadores

A atualização trará também algumas mudanças em relação ao gameplay e ao equilíbrio entre os operadores. Veja:

DESTRUIÇÃO DE ESCOPETA
Escopetas, agora, destruirão as vigas de madeira de modo mais eficiente.

DESTRUIÇÃO DAS ARMAS SECUNDÁRIAS
Rhino-40 (Revólver de Alibi e Maestro) e LFP 586 (Revólver do GIGN) terão o mesmo resultado que a D-50 na destruição.

MUDANÇAS NOS GADGETS SECUNDÁRIOS

  • Smoke: Granadas de Impacto substituídas por Escudo Ajustável
  • Rook: Escudo Ajustável substituído por Arame Farpado
  • Jäger: Escudo ajustável substituído por Câmera à Prova de Balas
  • Frost: Arame Farpado substituído por Escudo Ajustável
  • Mira: Escudo Ajustável substituído por Arame Farpado
  • Lesion: Escudo Ajustável substituído por Câmera à Prova de Balas
  • Maestro: Escudo Ajustável substituído por Granadas de Impacto
  • Warden: Granada de Impacto substituída por Escudo Ajustável
  • Dokkaebi: Granadas de atordoamento substituídas por Granadas de Fragmentação
  • Glaz: Mina Claymore substituída por Granadas de Fragmentação
  • Nokk: Granadas de atordoamento substituídas por Mina Claymore

OPERADORES DE BLINDAGEM
Tempo de mira aumentada de 0,4s para 0,6s

JACKAL
Agora, PDW perderá dano de forma correta, conforme a distância
Dano base: 34 (inalterado)
Dano a 18m: 34
Dano a 28m: 26

FUZE
Tempo de colocação do Perfurador reduzido de 2 segundos para 1,6 segundos

Rainbow Six Siege é um dos maiores FPS da atualidade, marcando forte presença em eventos e competições mundiais. A atualização com a Operação Ember Rise inicia-se a partir de hoje, 11 de setembro de 2019. O jogo está disponível para PlayStation 4, Xbox One, e PC.

Ancestors: The Humankind Odyssey mostra os primeiros 20 minutos

Gameplay mostra um jogo muito dinâmico e criativo que pode surpreender.

A Private Division e a Panache Digital Games apresentaram um novo vídeo de Ancestors: The Humankind Odyssey.

Neste novo vídeo, Patrice Desilets, director criativo, descreve as mecânicas do RPG que dão vida a este jogo e como poderemos traçar o nosso percurso de acordo com as decisões que tomamos.

No vídeo ainda podemos ver a importância da evolução em Ancestors: The Humankind Odyssey e como o seu clã influenciará as suas decisões.

Além do vídeo dedicado à evolução, a Private Division e o GameSpot apresentaram um novo vídeo onde mostram o início do jogo.

Já adiantando parte do conteúdo, você pode ver os primeiros 20 minutos de Ancestors: The Humankind Odyssey, acompanhando ao vídeo em baixo.

Temos que admitir que a curiosidade sobre o jogo e sua proposta aumentou muito após ver esses vídeos, pode ser uma boa surpresa para o final do ano nos consoles essa experiência.

Ancestors: The Humankind Odyssey chegará em 27 de Agosto para PC, enquanto as versões para Xbox One e PS4 chegarão em Dezembro.

Fonte: Eurogamer

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