Evento em Monster Hunter convoca jogadores

Evento ocorre no final do mês.

Monster Hunter World comemorará o seu segundo aniversário dentro de uma semana e a Capcom quer celebrar com os jogadores.

Será em 26 de Janeiro que Monster Hunter World cumprirá dois anos de vida e é mais um grande motivo de festa para celebrar, além da chegada da expansão Iceborne ao PC.

As vendas alcançadas já o tornaram o maior sucesso da Capcom e agora, todos os jogadores, em todas as plataformas, vão poder participar das próximas festividades.

Sejam convidados especiais, novos itens, novas opções cosméticas via Layered Armor ou celebrações únicas, Monster Hunter World está pronto para comemorar contigo estes longos meses de sucesso.

Fonte: Eurogamer

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RDR 2 rodando a 1440p no Google Stadia

Desempenho é semelhante ao dos consoles atuais e não surpreende tanto.

Apesar de ainda não ter data para chegar ao Brasil, o Google Stadia estará disponível dentro de horas em 14 países, que vão conhecer o serviço de streaming de jogos do Google.

Após colaborar com diversas editoras e estúdios, o Google assegurou 22 títulos para o lançamento do Stadia, apresentando uma lista que inclui alguns dos mais populares nomes da atualidade, como Red Dead Redemption 2.

Red Dead Redemption 2 roda no Google Stadia, segundo descoberto pelo Digital Foundry, numa resolução de 1440p, apesar da Chromecast Ultra enviar um sinal de 4K para a televisão.

Ao jogar o mais recente épico da Rockstar Games no Google Stadia, o jogador terá 1440p a 30fps por segundo, com definições altamente similares às da Xbox One X, mas o Digital Foundry espera ter comparações mais detalhadas em breve.

Outro jogo testado foi Destiny 2, que corre numa resolução de 1080p convertida para um sinal a 4K, mas a 60 fps por segundo.

Aparentemente não é algo tão novo ou surpreendente como muitos esperavam.

Fonte: Eurogamer

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Destrinchando o trailer de Death Stranding.

Muitos estavam sem entender nada sobre o jogo do Kojima até o presente momento,mas parece que em fim as coisas começaram a clarear. Este jogo não é apenas um “filminho” como muitos dizem ou “Walk simulator”,ele foca em trazer uma nova proposta que envolve sobre tudo “As conexões” e não seguirá os padrões convencionais dos jogos de ação.

Death Stranding parece não ser apenas a “Master piece” do Kojima, mas seu grande “Tapa sem mão” na cara da Konami,e para quem não acompanhou a treta NEWS confira na integra o post que fizemos sobre a novela Kojima VS Konami >>>>> Link KOJIMA VS KONAMI

Para quem conhece um pouco da história sabe que Kojima sempre tem algo a revelar em seus jogos e através de mensagens em trailers. Neste jogo é preciso ter inteligencia e uma certa atenção para entender os fatos narrados pois Kojima como sempre teve o sonho de ser diretor de cinema e vem a cada dia realizando seu sonho e inovando a maneira de se jogar trazendo uma certa dramaticidade aos seus jogos, e Metal Gear é um exemplo claro disto,e não é á toa que é um dos jogos mais icônico de todos os tempos.

Também lançamos uma matéria contendo os trailers lançados nesta Gamescom onde vocês poderão conferir, e focaremos exatamente nisto para que vocês possam compreender um pouco mais da história.

Kojima foi apresentado com honraria e em suas primeiras palavras ele disse que o jogo esta em seu momento mais importantes para ser finalizado e isto requer tempo e dedicação ( Até porque o jogo já tem data de lançamento) mas ele afirma que precisava estar lá na Gamescom para poder ter este momento com seu público.

Kojima disse que seu jogo é um estilo de jogo totalmente inovador (Assim como Metal Gear foi ao seu tempo e influenciou muitos jogos do gênero de táticas de espionagem) e que se trata de um jogo em mundo aberto e que envolve exploração, e em sua apresentação sobre o jogo ele gostaria de apresentar mais personagens novos para que possamos entender um pouco mais da história ( É necessário se atentar aos personagens pois eles contam sobre pilares onde o jogo se apoia em relação a sua narrativa).

O que talvez frustrará a muitos gamers imediatistas de plantão é que a proposta de Kojima com DS não é seguir a linha dos jogos de ação já convencionais e sim criar outra alternativa para se resolver os pontos que regem a trama principal do jogo que são as “Conexões”, ou seja, segundo Kojima nem sempre enfrentar seu inimigo será a solução para a resolução das questões neste jogo.

Controlamos então o Sam, um especie de renegado ao que parece que presta serviços para uma organização chamada BRIDGES,parece que vivemos em um mundo pós apocalíptico e trabalharemos em 2 universos/dimensões ou como você quiser entender mundo espectral pós morte onde teremos uma interação.

Segundo Kojima, vai funcionar da seguinte maneira”, diz a matéria original. “Quando você está pronto para retornar ao mundo dos vivos, poderá voltar ao corpo de Sam. No entanto, ao contrário da maioria dos games que leva o jogador para um ponto anterior do qual morreu, Death Stranding reconhece sua derrota e parece até mesmo abraçá-la. Você é transportado de volta ao mundo após a morte — como em Dark Souls — onde suas ações mantêm uma aura de persistência. A mecânica de morrer é ubíqua em games, mas parece que Kojima está implementando sistemas inspirados no purgatório e reencarnação.

Percebemos que Sam esta sempre conectado ao Baby em uma espécie de útero/incubadora e este útero artificial permite Sam se conectar com o baby que por sua vez esta conectado ao mundo dos mortos, e Sam estar conectado ao bebê lhe permite a habilidade de ver ou sentir os BTS.

Kojima também falou sobre a misteriosa chuva mostrada no trailer anteriormente e que parece acelerar o envelhecimento de qualquer coisa que entre em contato com ela. Conforme explicou Kojima, ela se chama Timefall e é um dos aspectos mais importantes da trama, com o protagonista Sam (interpretado por Norman Reedus) tendo um ligação especial com ela. Porém, ele não quis entrar em detalhes sobre essa parte.

A medida que você explorar outras locações você também poderá armazenar mais dados ao Data centro ao qual você conecta o bebê e isto te dará maior possibilidade de conexões e esta faz parte de uma das mecânicas do jogo.

Um dos novos personagens recém mostrados foi a “MAMA- Margaret Qualley” onde ela também esta conectada a um bebê e ela no vídeo diz que é a mãe desta criança que infelizmente nasceu no outro lado( Mundo pós morte) e ra isto tenha ocorrido eles estão conectado por um cordão Umbilical (Como em Beyond Two Souls) e por isto eles Co-existem,ela infelizmente não pode se mover desta localidade onde se encontra justamente porque o bebê esta do outro lado.

No outro vídeo vemos o DeadMan(Guillermo Del Toro) e o Bridge Baby,aqui Sam solicita a ajuda do Deadman ao que me parece seria uma espécie de Oráculo no jogo ou homem da ciência e paranormatividade e que será um guia para Sam, é necessário lembrar que cada personagem tem sua Sub-história que se conecta a história principal do jogo o que nos leva a crer que seja um mecanismo similar aos NPCs de Dark Souls,embora não sabemos se será obrigatória encontrar ou cruzar com todos os NPCs de forma scriptada ou se teremos a liberdade aleatória de encontrar estes NPcs ao longo de nossa jornada.

Após esta apresentação dos personagens se segue um vídeo da gameplay onde mostra Sam em um mundo aberto a ser explorado e claramente se percebe que o mecanismo envolve não somente certas habilidades como também acesso a um diagrama com equipamentos que lhe possibilitará melhor exploração e acesso a algumas áreas.

Sam de fato parece ser aqui um tipo de mensageiro ou um mercenário no tocante a fazer missões por interesse, e cada vez que você cumprir estas missões você terá acesso a recompensas e também poderá desbloquear novas áreas de exploração. Propositalmente o jogador aqui cai de uma certa altura para criar a ação de uma eventual carga de stress no bebê ao qual parece ter que ser acalmada e isto se dá da forma mais sugestiva que é ninar a criança para que ela se acalme e isto também estava presente no vídeo da MAMA onde a mesma fez isto para acalmar a criança e Kojima deixa claro que isto será da forma mais criativa que você possa imaginar,pois através do controle do PS4 você usará o sensor dele para literalmente ninar a criança que esta com uma carga excessiva de stress e isto causa uma especie de envenenamento ao liquido deste útero artificial.

Sam no inicio do gameplay também tem a chance de “urinar”,sim você não leu errado ele urina e existe um contador que faz esta marcação até que aquilo zere o que nos leva a crer que esta será uma forma de fazer algum despejo por parte do útero artificial,assim também como a incubadora Bridge Baby que fará não somente a descarga dos níveis de stress do bebê como irá fazer um upgrade por parte dos dados da área.

Kojima diz que você como Sam terá a missão de reconectar as pessoas e partes das cidades ruídas neste processo catastrófico, e você lidará com BTS(especie de inimigo do mundo dos mortos) ou terroristas que estarão como obstáculo em seu caminho, ao longo de sua jornada estes NPCs que você poderá encontrar chamados de Preppers poderão prover para vocês coisas interessantes para te ajudar durante esta jornada mas que não será de forma delivery pois para que isto aconteça você terá que trocar favores com eles oferecendo a eles itens ou realizando missões.

Bem Kojima encerrou sua participação e ofereceu um pouco mais do que precisávamos para ligar os pontos e entender melhor sobre o jogo e ao final ele disse que o tema central do jogo é de fato conectar pessoas e lugares e por isto este lance de trabalhar com os elementos de cordas e os cordões umbilicais que conectam você a alguma coisa, algum lugar ou a pessoas,sabemos que isto não é novo,como disse esta temática de conexão foi explorada em beyond two souls mas a forma com que Kojima faz que pode ser revolucionária, ou pelo menos é o que esperamos como ele fez com em suas obras incríveis.

Nem herói, nem vilão. Troy Baker define Joel de TLOU

Ou talvez ele possa nem existir, será possível?

O ator Troy Baker, que nos apresentou o protagonista Joel, falou sobre se o personagem era um herói ou um vilão em The Last of Us, e de acordo com Troy, ele não é nenhum dos dois.

Durante uma discussão no início deste mês na Manchester Comic Con, Baker foi perguntado se ele prefere interpretar o “bonzinho” ou “malvado” em seus personagens.

“[Com TLOU] você assume que Joel é o herói e David [interpretado por Nolan North] é o vilão, mas … todo mundo é o herói de sua própria história.

Acredito firmemente que David acredita que ele está fazendo o que é melhor para o seu povo, e ele é o herói em sua história.

Joel, eu não acho que lida com esses termos. Eu não acho que Joel acredita que ele é um herói. Se ele quisesse se inclinar em qualquer lugar, acho que Joel se consideraria um vilão, e é por isso que ele pode dizer que esteve em ambos os lados. Como ele pode dizer ‘Eu sou apenas um cara tentando sobreviver. Não estou aqui para salvar ninguém, não estou aqui para perturbar os planos de ninguém. Estou apenas tentando viver um dia de cada vez.”

Ele falou sobre como uma vez que você começa a operar na “zona cinza”, você não quer voltar a jogar personagens unidimensionais.

“Dito isso, quando você começa a jogar sendo o Coringa, jogar o ‘vilão’ na perspectiva do jogador é muito mais divertido, muito mais divertido.”

Nós ainda não sabemos a relevância do papel e “com qual Joel” estaremos jogando na sequência, em The Last of Us Part 2.

Troy Baker chegou a dizer no passado que não estamos “prontos” para The Last of Us, então isso pode significar que podemos ter algumas reviravoltas. Isso poderia até incluir a revelação de que Joel não existe verdadeiramente no jogo, que ele é apenas uma invenção da sua imaginação.

Nós não sabemos a data exata em que The Last of Us 2 será lançado, nós nem sabemos o prazo para o lançamento de The Last of Us 2. No entanto, a atriz de Ellie, Ashley Johnson, falou sobre The Last of Us parte 2 e uma provável data de lançamento em uma entrevista com a Critical Role.

Durante a entrevista, Ashley Johnson foi questionado sobre quando será o The Last of Us Part 2. Johnson respondeu à pergunta dizendo “Uh, eu acho que pode estar saindo em fevereiro”, mas ela é cortada pelo anfitrião.

Talvez seja uma piada, mas também pode ser sério. Vamos esperar, torcer e assistir.

Se pudesse fazer uma escolha, em TLOU2 você iria preferir o Joel herói ou Joel vilão? Conta pra gente.

Fonte: Segmentnext

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Verdades e Mitos sobre o PS4

1 – O PlayStation 4 Pro possui trava de região.

Começamos por uma dúvida que existe desde o lançamento da primeira versão do PS4, em 2013. Como o console estava caro no Brasil, uma alternativa era a importação.

Imagem 6 – trava de região

Entretanto, a dúvida era se o console funcionaria com os jogos comprados no Brasil, pois em gerações passadas os consoles europeus e japoneses não eram compatíveis com a região dos jogos americanos, por exemplo.

No PlayStation 4 esta trava foi extinta e, consequentemente, no PS4 Pro. Então, independente da nacionalidade do console ele funciona no Brasil e com as mídias produzidas aqui.

2 – Tensão do equipamento.

Outro ponto que “pegou” no lançamento do PS4 e voltou a atormentar no PS4 Pro é quanto a tensão de alimentação do equipamento: 110 ou 220 V.

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O mesmo acontece com o PS4 Pro: independente de onde ele é comercializado ou mesmo das informações contidas na caixa, os consoles saem com fonte bivolt.

3 – O console só funciona em TVs 4K e HDR.

O PS4 Pro foi projetado para oferecer suporte ao 4K, mas isto não impede que o console funcione em TVs FULL HD. O que vai acontecer é que o usuário não aproveitará todo o potencial do videogame. Mas, este não deixará de projetar a imagem perfeitamente e com algumas melhorias (depende do jogo).

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4 – É necessário comprar novos jogos para utilizar no Pro.

Outro grande mito sobre o PS4 Pro é de que será necessário comprar (ou recomprar) jogos que sejam compatíveis com ele. Não procede.

Nos jogos, o suporte ao 4K fica sob responsabilidade dos estúdios. Ou seja, todas as melhorias serão oferecidas, gratuitamente, via download. Portanto, mesmo que um título seja datado, a empresa responsável por ele poderá oferecer melhorias.

Lembrando que as empresas não são obrigadas a oferecer suporte ao 4K. Cada estúdio poderá usufruir do aparelho da maneira que julgar pertinente ou mesmo não fazer nada.

5 – Jogos serão produzidos exclusivamente para o PS4 Pro.

Não há jogos desenvolvidos exclusivamente para o PS4 Pro. Todos os jogos são compatíveis com quaisquer modelos de PS4.

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6 – Será necessário pagar mais caro para ter os jogos a 4K.

Uma preocupação extra daqueles que desejam adquirir o PS4 Pro é a necessidade de desembolsar mais do que os que possuem um PS4 padrão.  A melhoria dos jogos acontecem por meio de atualizações disponibilizadas pelas produtoras de forma gratuita.

7 – Os jogadores do PS4 Pro não conseguem jogar com os do PS4 padrão.

A oitava geração de consoles não foi dividida. Ainda se trata de PlayStation 4, com a mesma rede de compras, amigos e para jogos online. Uma pessoa que tem um PS4 FAT pode jogar com a que tem o modelo SLIM e Pro sem quaisquer barreiras.

PS4 Pro

8-Nem o PS4 Pro possui 4K nativo.

Verdade. Embora o aparelho da Sony seja compatível com televisores 4K, o fato é que o hardware precisa “dar um jeitinho” para escalonar sua imagem para os televisores de ponta, nem sempre com a performance esperada.

Spider-Man é lindo no PS4 Pro, mas o console não tem 4K nativo — Foto: Divulgação/Sony

Spider-Man é lindo no PS4 Pro, mas o console não tem 4K nativo.Mesmo ignorando detalhes técnicos (O PS4 Pro possui 4.12 TFLOPS, 218 GB/s, 8GB GDDR5 e processador 2.13GHz contra 6TFLOPS, 326 GB/s, 12GB GDDR5 e processador 2.3 GHz do Xbox One X), o console da Microsoft é a única opção entre os consoles de mesa que conta com 4K nativo e suporte a blu-rays em 4K.

9-O PS4 possui a maior base instalada da geração.

Tudo indica que sim, mas com um ou dois asteriscos, pois as vendas de consoles por todo o mundo não são tão bem monitoradas como deveriam. Embora existam empresas respeitáveis como o grupo NPD (que controla as vendas de jogos e consoles nos EUA) e Media Crate (vendas no Japão), ainda há muitas incertezas no ar.

Faltam dados mais concretos, mas o console é, sim, um sucesso — Foto: Divulgação/Sony

Em seu último relatório financeiro, em julho de 2018, a Sony divulgou já ter vendido 83 milhões de PS4. Enquanto isso, o recém-lançado Switch acaba de passar dos 20 milhões, e a Microsoft não divulga os números oficiais do Xbox One. Porém neste ano de acordo com a informação oficial da Sony o PlayStation 4 bateu a marca de 100 milhões de unidades vendidas em todo o mundo e ainda mais, o aparelho da Sony também tem um outro recorde para chamar de seu: é o console que mais rápido chegou a essa marca.

Os dados vêm da própria Sony. Segundo a companhia, foram 3,2 milhões de unidades vendidas entre os meses de abril e junho de 2019, ritmo igual ao apresentado no mesmo período do ano passado.

10-A vida útil do PS4 já está acabando

Ainda incerto. Há tempos circulam os mais diversos rumores sobre o PlayStation 5, mas ainda não há absolutamente nenhuma confirmação oficial por parte da Sony sobre o tema.

Com jogos grande a caminho, como The Last of Us Part II, não se sabe quando o console vai parar de receber lançamentos — Foto: Divulgação/NaughtyDog

Com jogos grande a caminho, como The Last of Us Part II, não se sabe quando o console vai parar de receber lançamentos.No entanto, como o PlayStation 4 foi lançado em novembro de 2013, se considerarmos o tempo médio de duração de um console de ponta (por volta de cinco ou seis anos por geração), não parece absurdo imaginar o anúncio do PS5 em breve. Até lá, ainda teremos grandes lançamentos como Days Gone, The Last of Us Part II e Resident Evil 2.